Blog / Financiamento · Publicado em 27 de setembro de 2026
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa Selic de 14,0% para 13,75% ao ano, segundo reportagem do Diário do Grande ABC (Estadão Conteúdo) publicada em 16/09/2026. Foi o quinto corte consecutivo, e a redução acumulada desde março de 2026 chega a 1,25 ponto percentual. Para quem planeja comprar um imóvel em Itapema, a pergunta é direta: o que a queda dos juros muda no financiamento? Explicamos como a Selic se relaciona com o crédito imobiliário e com a compra na planta.

Resumo rápido
O Copom cortou a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual, de 14,0% para 13,75% ao ano. Segundo o Diário do Grande ABC, que publicou o conteúdo do Estadão, a decisão foi unânime e veio em linha com o que esperavam 75 das 78 instituições consultadas.
O contexto ajuda a entender a importância do movimento. A Selic ficou em 15% ao ano por dez meses consecutivos antes do início do ciclo de cortes. Desde março de 2026, foram cinco reduções seguidas, que somam 1,25 ponto percentual. É uma trajetória de queda consistente, o que costuma ser acompanhado de perto por quem planeja uma compra de valor alto, como um imóvel.
A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e serve de referência para o custo do dinheiro no país. Ela não define diretamente a taxa do seu financiamento — cada banco estabelece as próprias condições, de acordo com a linha de crédito, o perfil do cliente e o custo de captação. Mas é a principal referência do ambiente de juros em que essas taxas são formadas.
Por isso, a leitura correta de um corte da Selic não é "o financiamento ficou X% mais barato amanhã", e sim "o ambiente de juros está em queda". Na hora de financiar, o que vale é a proposta concreta de cada banco, com o Custo Efetivo Total (CET), e não a Selic isoladamente.
Como o financiamento imobiliário costuma ter prazos longos, pequenas diferenças de taxa fazem diferença relevante no valor total pago ao fim do contrato. Por isso, acompanhar o ciclo de juros e negociar com mais de um banco são atitudes que valem a pena.
O Custo Efetivo Total reúne, em uma única taxa, os juros, os seguros obrigatórios, as tarifas e demais encargos do financiamento. Comparar o CET entre bancos é a forma mais segura de saber qual proposta é realmente mais vantajosa — como já explicamos no guia de financiamento de imóvel na planta em Itapema.
Na maioria dos lançamentos, a compra na planta funciona em duas etapas. Durante a obra, o comprador paga entrada e parcelas diretamente à construtora, normalmente corrigidas pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção). Na entrega das chaves, o saldo restante pode ser quitado à vista ou financiado com um banco.
É nessa segunda etapa que o ambiente de juros pesa mais. Quem compra hoje um imóvel com entrega prevista para daqui a alguns anos vai buscar o financiamento bancário apenas no momento das chaves — e, por isso, acompanha a trajetória da Selic até lá. O corte de setembro é mais um passo em um ciclo de redução que já dura cinco reuniões.
Outro ponto é o planejamento. Com o saldo devedor corrigido pelo INCC durante a obra, vale simular diferentes cenários de entrada e de parcelas antes de assinar, e separar a documentação com antecedência — o checklist de documentação para financiar em Itapema ajuda nessa etapa.
O corte de setembro é o quinto seguido em um ciclo de queda iniciado em março de 2026, em um mercado que segue valorizado: Itapema aparece com o 2º metro quadrado mais caro do Brasil em agosto de 2026, segundo o Índice FipeZap, como mostramos em nossa matéria sobre o ranking de agosto.
Para quem busca imóveis de entrada e intermediários, Morretes concentra várias opções publicadas neste portal. O Taos, da Voltolini Construtora, na Rua 402, tem unidades a partir de R$ 726.537,00 e entrega prevista para dezembro de 2029; o Easy Home, na Rua 406, parte de R$ 830.864,00, com entrega prevista para junho de 2030; e o Villa Esmeralda, também na Rua 406, parte de R$ 690.000,00, com entrega prevista para abril de 2028. Os dados são das páginas de cada empreendimento.
Antes de decidir, vale conversar com mais de um banco, comparar o CET e simular o fluxo completo de pagamentos da obra às chaves. Se quiser ajuda para organizar essa comparação entre lançamentos, fale com nosso time pelo WhatsApp no botão ao final desta página.
13,75% ao ano, após o corte de 0,25 ponto percentual anunciado pelo Copom, segundo o Diário do Grande ABC (Estadão Conteúdo) de 16/09/2026.
Cinco cortes consecutivos, com redução acumulada de 1,25 ponto percentual desde março de 2026. Antes disso, a taxa ficou em 15% por dez meses.
Não. Cada banco define suas taxas. A Selic é a referência do ambiente de juros; compare sempre o Custo Efetivo Total (CET) das propostas.
Em geral, entrada e parcelas diretamente com a construtora durante a obra, corrigidas pelo INCC, e o saldo quitado ou financiado com um banco na entrega das chaves.
Principalmente na entrega das chaves, quando o saldo restante costuma ser financiado com um banco.
1,25 ponto percentual desde março de 2026: de 15% ao ano, patamar mantido por dez meses, para 13,75% ao ano.
Fonte: Diário do Grande ABC (Estadão Conteúdo), 16/09/2026. Dados reproduzidos da reportagem original.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a análise de um profissional especializado. Condições de pagamento, prazos e disponibilidade de unidades podem mudar sem aviso prévio — confirme sempre os dados atualizados diretamente com a construtora ou com nosso time antes de tomar uma decisão. Empreendimentos em fase de lançamento ou pré-lançamento podem ainda não ter Registro de Incorporação (Lei 4.591/64) — verifique esse ponto antes de assinar qualquer contrato.
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