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Itapema deixou de ser só uma cidade de veraneio catarinense e passou a atrair um público bem mais diverso — de investidores de fora do estado a famílias que se mudam em definitivo. Veja quem está comprando na cidade hoje.
O mercado imobiliário de Itapema mudou de perfil nos últimos cinco anos. Se antes o comprador típico era o catarinense ou o vizinho gaúcho em busca de uma casa de veraneio, hoje a cidade atrai um público mais amplo, puxado pela combinação de valorização forte, preço ainda mais acessível que Balneário Camboriú e qualidade de vida na praia.
Pesquisas do setor mostram que boa parte da demanda por imóveis de alto padrão no litoral catarinense vem de fora do estado, com destaque para São Paulo e Paraná. Itapema entrou nesse radar como alternativa mais acessível a Balneário Camboriú para quem quer uma segunda casa na praia sem pagar o preço por metro quadrado das torres mais caras da vizinha.
Com retorno médio de imóveis em 2025 estimado em 22,1% ao ano segundo levantamentos do setor — superior à média registrada em Balneário Camboriú no mesmo período — Itapema atrai um perfil de comprador mais orientado a números: quem compara relação custo-benefício, potencial de valorização e renda possível com aluguel de temporada antes de decidir onde investir.
Um público crescente de aposentados, tanto catarinenses quanto de outros estados, tem escolhido Itapema para morar em definitivo, atraído pelo ritmo mais tranquilo fora de temporada, a infraestrutura de saúde reforçada com o novo Hospital Municipal Santo Antônio e o custo de vida mais baixo que capitais e do que a vizinha Balneário Camboriú.
Famílias com filhos pequenos também compõem uma fatia relevante da demanda, atraídas pelo perfil mais residencial e tranquilo da cidade em comparação com o estilo de vida noturno mais intenso de Balneário Camboriú. Bairros como Morretes e Praia Central, com preços historicamente mais acessíveis, costumam ser os mais procurados por esse público.
Essa diversidade de perfis é, em parte, o que sustenta a valorização recente da cidade: não é um mercado dependente de um único tipo de comprador, o que reduz o risco de uma desaceleração concentrada. Antes de decidir, vale identificar em qual desses perfis você se encaixa — investidor, segunda casa, aposentadoria ou mudança definitiva — porque isso muda diretamente qual bairro e qual tipo de empreendimento faz mais sentido.
Boa parte vem de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, além do público local e de catarinenses de outras regiões do estado.
Os dois perfis são relevantes: investidores buscam valorização e renda de temporada, enquanto famílias e aposentados buscam qualidade de vida para morar em definitivo.
Pela combinação de custo de vida mais baixo, ritmo tranquilo fora de temporada e infraestrutura de saúde reforçada com o novo Hospital Municipal Santo Antônio.
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