Blog / Turismo · Publicado em 27 de setembro de 2026
O Parque das Capivaras, na Meia Praia, está no centro de um dos maiores projetos de requalificação urbana já anunciados em Itapema. A prefeitura lançou uma concessão de 30 anos com valor estimado em cerca de R$ 214,1 milhões para revitalizar o espaço, segundo reportagem do Visor Notícias publicada em 23/09/2026. As propostas podem ser enviadas até 29 de setembro, às 14h. Veja o que está previsto, o que ainda é apenas referência e o que o projeto significa para quem tem ou pretende ter imóvel na Meia Praia.

Resumo rápido
Concessão é o modelo em que o município transfere a um parceiro privado, por um prazo determinado, o direito de investir, operar e explorar comercialmente um espaço público, seguindo regras definidas em edital. No caso do Parque das Capivaras, o prazo é de 30 anos, e o valor estimado do contrato é de cerca de R$ 214,1 milhões, segundo o Visor Notícias.
O parque fica na Meia Praia, o bairro mais procurado de Itapema para lançamentos de médio e alto padrão. Como descreve a página do bairro neste portal, o Parque das Capivaras é uma reserva ambiental municipal de 42 mil m² entre as ruas 318 e 320, com trilhas ecológicas, passarela suspensa e capivaras vivendo às margens do Rio Perequê. A proposta é requalificar a área com investimento privado, mantendo o caráter público do espaço: de acordo com a reportagem, o acesso gratuito às áreas de uso comum está garantido.
A concessão do parque não está sozinha. Segundo reportagem da Revista Construção de 04/09/2026, Itapema abriu duas concessões onerosas ao mesmo tempo — a do Parque das Capivaras e a do Mirante do Encanto, no Canto da Praia —, ambas com investimento privado e sem custos para o município. Contamos os detalhes do Mirante em uma matéria específica.
Segundo o Visor Notícias, as propostas para o Parque das Capivaras podem ser enviadas até 29 de setembro de 2026, às 14h, pela plataforma Licitar Digital. A outorga mínima — valor mínimo que o interessado deve oferecer ao município pelo direito de explorar o espaço — é de R$ 2.120.274,92.
A Revista Construção informa que o critério de seleção é o maior valor de outorga. Ou seja, vence a proposta que oferecer mais ao município, respeitadas as exigências do edital. Até a data de publicação desta matéria, a concessão está em licitação: ainda não há vencedor definido nem cronograma de obras divulgado.
É aqui que vale ler com atenção. Os estudos conceituais que acompanham o processo citam cafés, restaurantes, um hotel de 136 quartos, centro de convenções e espaços comerciais. Segundo o Visor Notícias, porém, esses itens aparecem como referências — não são obrigatórios. Caberá ao futuro concessionário apresentar o projeto definitivo, dentro das regras do contrato.
Mesmo como referência, a lista mostra a ambição do projeto: transformar o parque em um ponto de encontro com gastronomia, hospedagem e eventos, funcionando o ano inteiro, e não apenas na alta temporada. Um centro de convenções, por exemplo, é o tipo de equipamento que costuma atrair congressos e feiras em meses de menor movimento turístico.
Em uma concessão, o investimento vem do parceiro privado, que se remunera com a exploração comercial do espaço ao longo do contrato. Para o município, isso significa requalificar uma área pública sem desembolsar recursos próprios — ponto destacado pela Revista Construção. Para o morador e o investidor, significa a perspectiva de um espaço bem cuidado por três décadas, com um responsável definido pela manutenção.
Projetos de lazer e turismo de grande porte tendem a entrar no radar de quem avalia um bairro, porque mudam a experiência de morar ali e ampliam o apelo para quem aluga por temporada. É o caso da Meia Praia, que já concentra o maior número de lançamentos publicados neste portal e agora tem um projeto de R$ 214 milhões em licitação dentro do bairro.
Quem pensa em renda com aluguel deve acompanhar o andamento da concessão e, principalmente, o projeto definitivo que for apresentado — hotel e centro de convenções, se confirmados, atraem um público que circula fora das férias de verão. Para entender como funciona essa conta, vale ler quanto rende alugar por temporada em Itapema.
Entre os lançamentos da Meia Praia publicados no portal, o Zamá Coast, da RF & Bertemes, fica na Rua 319 e tem unidades a partir de R$ 3.900.000,00, com entrega prevista para outubro de 2031, segundo a página do empreendimento. Para quem busca faixas diferentes, os guias de lançamentos de entrada e de alto padrão na Meia Praia organizam as opções por preço. A página do bairro Meia Praia mostra o conjunto completo.
Uma observação importante: como a concessão ainda está em licitação, nenhum prazo de obra ou de inauguração foi definido. Por isso, trate como estimativa qualquer data que venha a circular antes da assinatura do contrato. O que já existe de concreto é o processo aberto, o prazo de 30 anos e o valor estimado divulgado. Se quiser ajuda para comparar empreendimentos no bairro, fale com nosso time pelo WhatsApp no botão ao final da página.
O valor estimado é de cerca de R$ 214,1 milhões, para um contrato de 30 anos, segundo o Visor Notícias de 23/09/2026.
Até 29 de setembro de 2026, às 14h, pela plataforma Licitar Digital.
R$ 2.120.274,92. O critério de seleção é o maior valor de outorga, segundo a Revista Construção.
Os estudos conceituais citam cafés, restaurantes, hotel de 136 quartos, centro de convenções e espaços comerciais, mas como referências, sem obrigatoriedade. O projeto definitivo será apresentado pelo concessionário.
Sim. Segundo a reportagem, o acesso público gratuito às áreas de uso comum está garantido.
Na Meia Praia, entre as ruas 318 e 320. Segundo a página do bairro neste portal, é uma reserva ambiental municipal de 42 mil m², com trilhas ecológicas e passarela suspensa às margens do Rio Perequê.
Fonte: Visor Notícias, 23/09/2026; Revista Construção, 04/09/2026. Dados reproduzidos da reportagem original.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a análise de um profissional especializado. Condições de pagamento, prazos e disponibilidade de unidades podem mudar sem aviso prévio — confirme sempre os dados atualizados diretamente com a construtora ou com nosso time antes de tomar uma decisão. Empreendimentos em fase de lançamento ou pré-lançamento podem ainda não ter Registro de Incorporação (Lei 4.591/64) — verifique esse ponto antes de assinar qualquer contrato.
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